2007-09-21

Dislexia ou Dificuldades de Aprendizagem? Definição, Diagnóstico e Intervenção

Por: João Pereira

O que é a Dislexia?


O termo dislexia é usado como significado de dificuldade específica de leitura, pertencendo, portanto, à tipologia das Dificuldades de Aprendizagem – DA, uma categoria específica de Necessidades Educativas Especiais – NEE. Este grupo de alunos, embora não beneficiando de adequações curriculares significativas, consubstanciadas em currículos alternativos ou próprios, tem direito a adequações curriculares que não prejudiquem o cumprimento dos objectivos gerais do Ciclo, ou seja, adaptações que seguem o currículo normal e não podem pôr em causa as medidas do regime educativo comum. Tais adequações são introduzidas no Projecto Curricular de Turma com o objectivo do professor/professores da turma adequarem as suas práticas à realidade da turma que lhes é atribuída e, na medida em que o sucesso só pode ser levado a bom termo desde que sejam introduzidas no sistema as modificações apropriadas, proporcionarem um atendimento adequado a todos os alunos no ambiente da escola regular.

A elevada taxa de insucesso escolar (reflectida na retenção ou mesmo na progressão com conhecimentos mal sucedidos) denota a frequência das dificuldades de aprendizagem, estas intimamente ligadas às dificuldades da leitura, uma vez que a leitura é o meio para alcançar outras aprendizagens. No entanto, a dislexia, ou dificuldade específica de leitura, é específica de indivíduos com uma inteligência normal ou até mesmo superior, sem problemas neurológicos ou físicos evidentes, que não apresentam problemas emocionais ou sociais, que não provêm de meios socioeconómicos-culturais desfavorecidos e que não foram submetidos a processos de ensino inapropriados. Outras crianças/jovens há que apresentam o mesmo tipo de erros na leitura de palavras, mas cujo nível de funcionamento intelectual se revela inferior à média. Estes indivíduos, em termos de Necessidades Educativas Especiais, não pertencem ao grupo das Dificuldades de Aprendizagem.

Quando e Como se Revela a Dislexia?

A dificuldade em aprender a ler e a escrever associa-se habitualmente a um início tardio do desenvolvimento da linguagem ao nível fonológico, articulatório e de fluidez, com uma lenta progressão em tarefas iniciais de leitura e de soletração, mas também com problemas de linguagem manifestos, tanto na leitura como na escrita. É por volta dos 3 a 6 meses que se começam a desenvolver capacidades singulares mas também a problemática da dislexia, daí a importância dos pais em todo o processo de desenvolvimento sadio da criança. No entanto, só com a persistência no erro, ao nível da leitura e da ortografia, sobretudo ao longo dos três primeiros anos de escolaridade (6 a 8 anos de idade), permitem um diagnóstico que, por sua vez, possibilita a planificação de estratégias e actividades para ajudar a criança a superar as suas dificuldades de leitura.

Sinais Reveladores de Dislexia

Características Gerais

- Aluno aparentemente brilhante, inteligência superior à média, exprime-se bem na oralidade, mas é incapaz de ler, de escrever ao nível do seu ano;
- Conhecido como preguiçoso, pouco cuidadoso, imaturo, “falta de trabalho” ou “problemas de comportamento”;
- As suas dificuldades não são suficientes para lhe ser implementado um currículo próprio ou alternativo;
- Bom QI mas tem níveis negativos nas avaliações. Tem mais facilidade na oralidade do que na escrita;
- Julga-se incapaz. Fraca auto-estima. Dissimula as suas fraquezas graças a estratégias de compensação engenhosas;
- Nível de frustração e de stress elevado face a leitura e testes;
- Dotado para as artes, o teatro, a música, o desporto, os negócios, o design, a construção ou as profissões ligadas às engenharias;
- Dispersa-se muitas vezes no mundo dos sonhos. Perde-se com facilidade e não tem noção do tempo que passa;
- Tem dificuldades em estar atento. Pode parecer hiperactivo ou ausente;
- Aprende mais facilmente através da manipulação, das demonstrações, da experimentação, da observação e dos suportes visuais.

Ao Nível da Visão, Leitura e Ortografia

- Queixa-se de vertigens, de dor de cabeça ou de barriga quando lê;
- Desorientado pelas letras, os números, as palavras, as sequências ou as explicações orais;
- Quando lê ou escreve, faz omissões, substituições, repetições, adições, transposições e inversões de letras, de números e/ou de palavras;
- Queixa-se de sentir ou ver movimentos não existentes quando lê ou escreve;
- Dá a impressão de ter problemas de visão não confirmados pelo oftalmologista;
- Excelente visão e muito observador ou então falta de visão binocular ou periférica;
- Lê e relê, tendo dificuldade em compreender.

Ao Nível da Audição e Linguagem

- Hipersensibilidade auditiva. Ouve coisas que não foram ditas ou não perceptíveis pelos outros. Distrai-se facilmente com barulho;
- Dificuldade em formular o seu pensamento. Exprime-se com frases telegráficas. Não termina as suas frases, gagueja quando está sob pressão;
- Tem dificuldade em pronunciar as palavras complexas, mistura as frases, as palavras e as sílabas quando fala.

Ao Nível do Grafismo e Motricidade

- Tem dificuldade em escrever e copiar. Segura o lápis de forma pouco habitual. Escrita irregular ou ilegível;
- Desajeitado, mal coordenado, pouco hábil nos jogos de bola ou desportos de equipa. Dificuldades nas tarefas de motricidade fina ou grossa. Sujeito aos enjoos nos transportes;
- Pode ser ambidextro e confundir muitas vezes a direita e a esquerda, ou por baixo e por cima.

Ao Nível da Matemática e da Gestão do Tempo

- Tem dificuldade em ler as horas, em gerir o seu tempo, em integrar a informação ou as tarefas com sequências e em chegar a horas;
- Para contar necessita dos seus dedos ou de outros “acessórios”. Conhece a resposta mas não sabe apresentá-la por escrito;
- Sabe contar mas tem dificuldade em contar objectos e em contar dinheiro;
- É bom na aritmética mas com dificuldade na resolução de problemas. Bloqueia ao nível da álgebra e ao nível da matemática a níveis superiores.

Ao Nível da Memória e Cognição

- Excelente memória a longo prazo para as experiências pessoais, os lugares e os rostos;
- Memória fraca para as sequências, os factos e as informações que não foram experimentadas pessoalmente;
- Pensa essencialmente através de imagens e não em sons nem palavras (pouco diálogo interno).

Ao Nível do Comportamento, Saúde, Desenvolvimento e Personalidade

- Extremamente desarrumado ou então maníaco da ordem;
- Tanto pode ser o bobo da sala, o causador da desordem, como pode ser demasiado discreto;
- Foi precoce ou, pelo contrário, atrasado nas etapas do seu desenvolvimento (andar de gatas, andar, falar…);
- Sujeito a otites e a alergias;
- Pode ser um dorminhoco ou, pelo contrário, ter o sono leve. Enuresia;
- Um sentido elevado de justiça. Muito sensível, perfeccionista;
- Os erros e os sintomas aumentam de forma significativa sob o efeito da pressão de incerteza, do tempo, do stress e do cansaço.

Intervenção em Contexto de Sala de Aula

A criança com dislexia mostra-se insegura ou excessivamente vaidosa e, em consequência do seu problema escolar, exibe uma atenção instável – consequência da fadiga que advém do empenho na superação das dificuldades perceptivas – e um grande desinteresse pelo estudo, dado que, geralmente, o rendimento e as classificações provocam falta de motivação e de curiosidade.

Que estratégias e actividades poderão os professores dos 1.º, 2.º e 3.º Ciclos usar para ajudarem a criança/jovem com dislexia a superar as suas dificuldades de leitura?

Língua Materna

Quando o aluno

A nível da leitura silenciosa, sabe dar informações e resumir o texto lido;
Mas… lê atentamente, troca os sons, esquece-se das palavras, o que o leva a não compreender o texto; é penalizado devido à sua memória imediata e apresenta dificuldades na descodificação;
A nível da leitura expressiva, lê oralmente com expressividade;
Mas… luta contra as inversões, as omissões, as confusões, os sons complexos, as linhas que saltam (…); fica bloqueado quando é perturbado pela emoção (os mecanismos de compensação serão mais aparentes e portanto mais incomodativos, prejudicando assim a fluidez da leitura e logo impedindo a compreensão do texto),

O professor deve

- No primeiro ano, fazer muitos exercícios de repetição ou discriminação de sílabas sem significada (pseudoplalavras), de consoantes próximas (chá/já; fá/vá; pá/bá…);
- Diminuir o comprimento dos textos;
- Propor questões intermédias;
- Pedir-lhe para resumir um parágrafo mais curto;
- Se na ficha/teste de avaliação teve dificuldade em responder às questões, verificar oralmente se compreendeu ou não o texto;
- Se não compreendeu, a sua dificuldade de compreensão é ao nível da leitura;
- Se compreendeu, a sua dificuldade é na transcrição para a escrita;
- Reduzir a velocidade de leitura em voz alta (a velocidade aumenta consideravelmente os erros nas crianças disléxicas);
- Não obrigar a ler em voz alta em presença de outros alunos;
- Deixá-lo seguir a leitura com o dedo ou outro auxiliar;
- Ler os sons complexos ao mesmo tempo que ele e fazê-lo repetir;
- Verificar a compreensão do texto lido;
- No primeiro ano, ensinar as grafias muito próximas (on/ou; m/n; p/b…), com alguns dias de intervalo.

Ortografia

Quando o aluno

Faz ditado de palavras, de frases;
Mas… confunde os sons e o sentido; mesmo que conheça as regras de ortografia, tem dúvidas e quando as vai aplicar já não sabe…; sabe ler e compreender um texto, mas ao reproduzi-lo confunde, esquece-se de letras, de sílabas e palavras, perde-se em relação à linha onde está, volta atrás e escreve duas vezes a mesma coisa; o tempo que demora a voltar ao texto leva a que esqueça o que já escreveu; a cópia é um exercício muito difícil,

O professor deve

- Só deverá considerar os erros ortográficos nos ditados ou em exercícios de ortografia (no caso da regra aprendida, não nas outras palavras);
- Fazer contratos com a criança quanto ao número de erros ou à natureza dos mesmos. Por exemplo: “Hoje não quero erros no a/à, mais tarde, pedir-lhe que faça o acordo dos plurais simples;
- Se bloqueia na escrita, deve encorajá-lo a escrever textos pessoais dizendo-lhe que a ortografia não será avaliada (por exp.: pedir-lhe para inventar uma história de quatro linhas, diferente todos os dias, em vez de lhe dar exercícios gramaticais, durante um determinado tempo);
- Dividir o texto e acentuar as referências visuais;
- Permitir-lhe sublinhar ou fazer marcas no texto;
- Ajudá-lo na sua forma de “fazer” (ou palavra a palavra ou então letra a letra).

Gramática

Quando o aluno

Identifica frases e tipos de frases; distingue grupo nominal e verbal, nome, adjectivo, determinante, género e número…;
Mas… não compreende o vocabulário mais elaborado; confunde, por exemplo, “palavra” e “nome”,

O professor deve

- Simplificar as instruções (torná-las progressivamente mais complexas);
- Aceitar que ele só aprenda parte de uma regra gramatical;
- Evitar fazê-lo decorar regras do género: “O adjectivo qualificativo qualifica o nome”, neste caso não explica nada, não é dado sentido;
- Evitar explicações como: “ O adjectivo pode suprimir-se” – o disléxico pode suprimir tudo, não havendo para ele qualquer problema;
- Verificar se compreende e distingue o sentido dessas palavras.

Conjugação

Quando o aluno

Distingue passado, presente e futuro; faz a concordância do verbo; faz conjugações;
Mas… denota dificuldades frequentes na orientação temporal,

O professor deve

- Não contabilizar os erros nos sons ou os erros de ortografia, se escreveu correctamente a terminação e se fez a concordância;
- Orientá-lo na identificação dos indicadores de tempo, ajudá-lo e pedir-lhe para os sublinhar;
- Ensinar-lhe os verbos menos complexos ao nível da ortografia e que sejam mais vezes utilizados para que possa encontrar mais facilmente a terminação.

Vocabulário

Quando o aluno

Encontrar palavras da mesma família, antónimos, distinguir os homónimos…; utilizar o dicionário; colocar palavras por ordem alfabética;
Mas… confundir os sons o que ocasiona confusões de sentido (perfeito/prefeito, erupção/irrupção, há/à/a…); tiver dificuldade em encontrar e localizar a palavra na página; dificuldades nas referências espaciais e temporais (antes, depois…),

O professor deve

- Não contabilizar os erros se a definição estiver correcta;
- Ajudá-lo a procurar as palavras no dicionário e propor-lhe um alfabeto escrito que irá colocar no seu dicionário.

Expressão Escrita

Quando o aluno

Construir uma frase, aumentá-la, reduzi-la, pontuar; comentar uma imagem, continuar uma frase ou uma história, ordenar e escrever um texto;
Mas… revela problemas com o tempo, com as sucessões; tem dificuldade em orientar-se no texto e compreendê-lo; bloqueia perante a escrita devido às dificuldades,

O professor deve

- Ajudá-lo a compreender o que lhe é pedido e a estruturar as suas ideias;
- Não deverá contabilizar os erros nem sublinhá-los.

Escrita

Quando o aluno

Escrever legivelmente, fizer a pontuação, colocar os acentos e as maiúsculas;
Mas…como na maioria dos casos é disgráfico, não se sente à vontade com a escrita; não respeita as grandezas devido à sua dificuldade de representação no espaço,

O professor deve

- Insistir com os pais para vigiarem a forma como o aluno segura no lápis, visto a mesma ter muita importância na percepção dos ritmos (ponto fraco dos disléxicos);
- Voltar a explicar o trajecto das letras;
- Ser paciente face à sua grafia e ao seu lado desorganizado/confuso;
- Aceitar as rasuras (que são autocorrecções) e a sua apresentação pouco cuidada;
- Não deverá arrancar-lhe as páginas do caderno.

Composição

Quando o aluno

As mesmas dificuldades encontradas na expressão oral aparecem igualmente na escrita; apresenta desrespeito pela sintaxe; nível de língua demasiado familiar; vocabulário elementar e repetitivo; má utilização dos tempos verbais; falta de pontuação; acentuação deficiente; não sabe delimitar as diferentes partes de um texto (introdução, desenvolvimento e conclusão), encadear e estruturar cronologicamente o seu discurso; perde muito tempo com as dificuldades ortográficas;

O professor deve

- Privilegiar o conteúdo em relação à forma;
- Fazer exercícios de estilística;
- Ajudá-lo a organizar as ideias de um texto;
- Não o penalizar pela ortografia.

Matemática

Quando o aluno

Revela dificuldades em ler enunciados com palavras complexas, como adjacentes, circunscritas, paralelograma…; inverte os signos, os algarismos, sem contudo errar os resultados; troca com frequência os sinais > e <; manifesta dificuldades em seguir um raciocínio lógico; inverte as referências em geometria: em cima, em baixo, direita, esquerda…; confunde as letras que designam um ângulo ADC por ABC; denota problemas de visualização e organização espacial; mostra falta de rigor e cuidado,
O professor deve
- Permitir-lhe chegar ao resultado correcto mesmo que a forma de o fazer seja diferente da ensinada;
- Aconselhar uma reeducação lógico-matemática;
- Compreender que pode inverter os sinais mas fazer um cálculo correcto;
- Ter em conta não o resultado mas também o raciocínio, valorizando os progressos e os sucessos;
- Ensinar-lhe a fazer desenhos e esquemas para a resolução de alguns problemas.
Línguas Estrangeira: Inglês/Francês
Encontramos as mesmas dificuldades detectadas na língua materna ao nível da leitura, da ortografia, da conjugação verbal, da gramática e da composição. No Inglês há sempre maior dificuldade.
Quando o aluno
Denota dificuldades em associar a ortografia ao som devido ao pouco hábito em ouvir novos sons e ver novas grafias; confunde a audição de sons muito próximos mas com grafia e significados diferente; tem algumas dificuldades nas letras não pronunciadas mas escritas e nas regras de concordância, diferentes da língua materna,
O professor deve
- Trabalhar a pronúncia (mesmo que seja de forma exagerada), sobretudo nas primeiras semanas de aprendizagem.
História e Geografia
Quando o aluno
Demonstra dificuldades nos problemas cronológicos (por exp.: antes e depois de Cristo, porque o cálculo não se faz da mesma forma que para a contagem dos anos); inverte datas e números; revela dificuldades de localização nos esquemas e compreensão das escalas, de memorização, de ortografia de palavras estrangeiras e mesmo dificuldades de redacção na expressão escrita,
O professor deve
- Utilizar a apresentação visual, como frisos cronológicos;
- Ajudá-lo a elaborar um plano da lição para poder estudar;
- Valorizar qualquer progresso ou sucesso;
- Fazer esquemas utilizando cores.
Ciências da Natureza/Biologia
Quando o aluno
Revela dificuldades nas palavras complexas (por ex.p: clorofila, diafragma…); inverte ou não compreende os esquemas; tem dificuldades de memorização,
O professor deve
- Não descontar pelos erros ortográficos;
- Valorizar qualquer progresso ou sucesso.
Ciências Físico-Química
Quando o aluno
Revela dificuldades no vocabulário; inverte as referências (por exp.: na electricidade inverte os pólos); faz inversão lógica; demonstra dificuldades em memorizar os símbolos e as formulas.
O professor deve
- Não descontar pelos erros ortográficos;
- Valorizar qualquer progresso ou sucesso.
Educação Tecnológica/Educação Visual
Quando o aluno
Revela problemas de orientação espacial; dificuldades nos trabalhos manuais; problemas de esquematização e espaciais; dificuldades na organização e planificação,
O professor deve
- Apoiá-lo o mais possível (ou pelo professor ou pelos colegas), nas tarefas onde apresenta maiores dificuldades;
- Valorizar qualquer progresso ou sucesso;
- Ajudá-lo a organizar o plano de trabalho.
Educação Musical
Quando o aluno
Revela dificuldades no solfejo; problemas de audição, confusão dos sons e das linhas da pauta e das claves; dificuldades na reprodução e memorização de ritmos,
O Professor deve
- Apoiá-lo o mais possível (ou pelo professor ou pelos colegas), nas tarefas onde apresenta maiores dificuldades.
- Valorizar qualquer progresso ou sucesso.
Educação Física
Quando o aluno
Demonstrar dificuldades em memorizar as sequências; problemas de lateralidade e de esquema corporal; dificuldades de coordenação motora, espacial e temporal; problemas de ritmo,
O professor deve
- Verbalizar durante a aprendizagem das sequências;
- Explicar individualmente os exercícios ao aluno, antes da sua aplicação;
- Valorizar qualquer progresso ou sucesso.
Bibliografia
Correia, L.M. (1997). Alunos com Necessidades Educativas Especiais nas Classes Regulares. Porto, Porto Editora.
Dec.-Lei n.º 6/2001, de 18 de Janeiro. DR, I Série-A.
Pereira, J.R. (2002). Dificuldades de Aprendizagem: Estratégias cognitivas e metacognitivas na aprendizagem e compreensão da leitura. Dissertação de mestrado: Braga, Universidade do Minho.
Ribeiro, A.B. e Baptista, A.I. (2006). Dislexia: Compreensão, Avaliação e Estratégias. Coimbra, Quarteto.
Stackhouse, J. e Snowling, M. (2004). Dislexia, Fala e Linguagem. Porto Alegre, Artmed.

4 comentários:

DIS.LEXICOS@IBA_SEUS_DIREITOS. disse...

PARABÉNS !!

ADOREI AS DEFINIÇÕES SOBRE DISLEXIA,TENHO FEITO MUITAS PESQUISA, E A SUA COLETANIA
E MARAVILHOSA E BEM ESCLARECEDORA.

ATENCIOSAMENTE.
ELIZABETE RODRIGUES
Neuropsicopedagoga.
BRASIL/DF
09/07/2009

aninha disse...

tenho todos os sintomas qué dizer que tenho dislexia ??

Mariana disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Adriana Drika disse...

Estou compartilhando suas informações no meu blog... são importantíssimas para alertar pais e professores... Parabéns e obrigada por socializar...